Lisboa nunca teve a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. Nestas tascas, nunca faltam os pratos do dia (cabidela, cozido à portuguesa, mão de vaca, massada de peixe…), nem os doces da casa para acabar. Felizmente, ainda temos boas tascas em Lisboa que resistem – daquelas onde nos decoram o nome e os hábitos, onde as doses são sempre fartas e a comida sabe a casa. A acompanhar, o arroz de feijão e a salada sempre fresca e bem temperada.
A ementa inclui ainda opções como "ovos revueltos" e uma variedade de sopas e tortas, demonstrando uma versatilidade que agrada a diferentes paladares. A cozinha do Tribuna não se limita a executar receitas tradicionais; procura também inovar, como se reflete em algumas das suas entradas e acompanhamentos. Um dos pratos mais aclamados pelos clientes é a posta, descrita por vários como uma das melhores que já provaram.
Boletim prevê intensificação do El Niño no Brasil nos próximos meses Com novas entradas todos os anos, a lista de restaurantes em Lisboa com o reconhecimento do famoso guia vermelho não pára de crescer. Nestes restaurantes de Lisboa, ainda é possível comer até 10€. A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. Outro espaço onde se pode encontrar Leonor é no Bibs. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.
Aprecie o que de melhor a cozinha tradicional portuguesa têm para lhe oferecer!
O projecto da empresária Kelly Choi afasta-se da comida rápida e homenageia as receitas artesanais da sua mãe, com molhos importados directamente da Coreia e vegetais locais. Aberto todos os dias, o seu objectivo é integrar-se na comunidade local através de boa comida e jantares longos. O menu combina pratos do Leste europeu — como o borscht ou o frango à Kiev — e sabores locais, ajudando aqueles que estão longe do país que chamam casa a matar saudades. Há desde coxinha de galinha e picanha fumada em pão de queijo a salada de polvo e chamuça. A proposta do chef Bruno Alves é criar pratos com influências que chegam de países asiáticos, africanos e americanos, ligados à história e cultura portuguesas. É assim que se apresenta o restaurante Luzzi, que fica no sexto andar do hotel Andaz Lisbon.
Casa Inês – Time Out Market
Clássicos como a alheira com ovo, o bitoque e os choquinhos grelhados não falham, tal como a energia pulsante da casa. Pode ficar na fila, mas é coisa para demorar um bocado. Aqui, podemos não ter as míticas 1001 receitas de bacalhau, mas, entre entradas e pratos principais, conte com duas a três dezenas de propostas na ementa.
- A montra de peixe fresco, de apanha diária, fica ao fundo – e dali as peças podem ir para a grelha ou para sushi.
- Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem.
- Nas sobremesas, manda a doçaria alentejana.
- Além do serviço de mesa (dine-in), oferece também opções de take-out e delivery, adaptando-se às necessidades modernas dos consumidores.
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É no restaurante do hotel The One Monumental Palace que o chef Julien Montbabut aplica o seu savoir-faire francês aos produtos portugueses. Pelas mãos habilidosas do chef Nuno Brás, a cozinha japonesa nunca soube tão tuga. Há também uma interessante secção de robatas no cardápio, os espetinhos japoneses, como carapau com chimichurri ou lula com molho kare.
Entre as muitas opções, há entradas quentes como os rolinhos de alheira com sweet chilli (6€) e o bao de camarão frito (8€). Tem sempre um menu do dia diferente e uma carta fixa de cozinha tradicional portuguesa com entradas como os cogumelos recheados com molho pesto (8,70€) ou o gaspacho caseiro (4,50€). https://tribunasportsbar.pt/ Nas entradas prove as vieiras com cogumelos selvagens e sabayon trufado (19€) ou o tártaro de atum com lima, gengibre e molho de sésamo (16€). O espaço é luminoso e tem um pátio exterior perfeito para os dias de sol. É pequenino e acolhedor mas não lhe falta espaço para produzir e confeccionar massa fresca todos os dias. Com apenas 15 lugares ao balcão, serve um menu de 15 momentos onde brilha o que o mar dá.
Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa
São muitos os restaurantes do mundo, da Itália ao Japão, mas o grande destaque, talvez, vá para a cozinha tradicional portuguesa – de tal forma que a grande novidade na zona é uma nova tasca antiga (a Vida de Tasca, de Leonor Godinho). Tem uma esplanada grande para dias solarengos e uma carta de vinhos variada para acompanhar os bons pratos. Neste restaurante em Benfica – não é fácil dar com o restaurante, devido à localização recândita – encontra bom peixe grelhado no carvão, sempre fresco e com boas recomendações do dia, das lulas, à garoupa, ao cherne, dourada, por aí fora. Numa esquina tranquila de uma zona residencial de Benfica, em frente à Escola Superior de Comunicação Social, do outro lado da Segunda Circular, fica este inesperado restaurante que arrancou quatro estrelas ao crítico Alfredo Lacerda. Para sobremesa, a frescura dos mochis. Neste caso, é em Benfica que tudo acontece – e tudo é muita coisa, mesmo que possa não parecer.
Cervejaria Boa Esperança
Com o tempo, porém, evoluíram – sobretudo na qualidade dos produtos – e voltaram a aparecer nas nossas mesas, e ainda bem. No Porto cabe um mundo, reflexo de uma cidade historicamente cosmopolita e cada vez mais receptiva. Peixe fresco do dia com arroz do Mondego, coentros e mexilhão ou frango “à Bairrada” com castanha, cogumelos e maçã verde são algumas das criações da jovem chef que poderá experimentar por aqui. Pratos memoráveis e carregados de sabor, com raízes portuguesas e influências do mundo. O ambiente é acolhedor, o serviço é simpático e os vinhos da carta casam bem com os pratos, dos dourados e sequinhos bolinhos de bacalhau ao melhor quindim de toda a vizinhança.
Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. As opções estão sempre a mudar, assim como a carta de vinhos, com uma aprimorada selecção de vinhos naturais. Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. Criado no Cais do Sodré, onde se fez casa de jazz, poesia e boa comida, o Tati mudou-se para a Penha de França e em pouco tempo mudou também a nossa atitude nonchalante para com o projecto. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações. Era, na verdade, exactamente aquilo que Kosuke Saito, chef japonês natural de Kanagawa, tinha idealizado para o seu primeiro restaurante.